7 maneiras de investir o 13º salário na aquisição do seu imóvel

Publicado em 28/11/2018

Fim de ano é época de planejamento e cautela. Com os gastos extras desse período, como compras de Natal, férias, contas a pagar no início do ano, muitas vezes o tão desejado 13° salário acaba sendo gasto antes mesmo de ser depositado na sua conta. Mas com disciplina e encarando o bônus do mesmo modo que o salário recebido mês a mês, é possível dar um destino melhor para este dinheiro.

Que tal usar esse extra na compra da casa própria? A AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e a Adjacência) listou sete formas de investir seu 13º na aquisição do seu imóvel. Confira:

 

1. Usar o 13º na entrada da compra do imóvel. Adicionar o dinheiro extra ao valor que você pretende dar como entrada pode auxiliar na diminuição do valor do financiamento. Porém é preciso avaliar com calma, em muitos casos as parcelas podem chegar até 35 anos, neste caso o aconselhável é dar um sinal no menor valor possível, e assim ganhar tempo para verificar as condições do imóvel e se irá conseguir crédito.

 

2. Quitar o imóvel adquirido na planta. De acordo com a Associação, é melhor não quitar o imóvel adquirido na planta logo ao fechar o negócio. Isso vai te proteger quanto aos possíveis atrasos na obra. Neste caso, o melhor a fazer é guardar o 13º para ser usado apenas depois de receber as chaves.

 

3. Adiantar prestações. Outra boa alternativa é usar a gratificação na amortização antecipada das prestações. Ao diminuir o saldo devedor, você pode ter suas parcelas futuras diminuídas. Já se você quer usar o 13º para quitar o financiamento, o recomendado é negociar com a financeira e pedir um desconto do valor, ou abater os juros.

 

4. Pagar parcelas atrasadas. Use esse dinheiro extra para pagar as parcelas atrasadas e evitar a perda da casa própria. No SFH (Sistema Financeiro da Habitação), após a falta de pagamento de três prestações, o dono do imóvel é notificado por escrito. Se não quitar o débito, perderá o bem, mas poderá recorrer à Justiça. Já no SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), se o atraso for superior a 30 dias, o mutuário é intimado a pagar via Cartório de Registro de Imóveis. Caso não o faça no prazo de 15 dias, o banco imediatamente tomará a posse do bem e o levará ao leilão extrajudicial, situação na qual o comprador não tem direito a qualquer defesa.

 

5. Fazer um fundo de reserva. Aproveite a quantia para fazer um fundo de reserva, que servirá para pagar despesas extras na aquisição da casa própria, que inclui o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano do imóvel); o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), que gira em torno de 2% sob o valor do bem, dependendo do município; o registro da escritura, que garantirá a propriedade como sendo do novo comprador, taxa de, em média, 1%; e as certidões emitidas pelo cartório, que são cobradas de acordo com o valor da moradia.

 

6. Pagar serviços e taxas. Se já tiver o dinheiro para o financiamento, utilize o 13º para custear o serviço do despachante, valores de seguros e taxas sobre a avaliação do imóvel e de outras documentações necessárias nesse processo.

 

7. Parcela das chaves. Use o abono para o pagamento da parcela das chaves, na reforma do imóvel ou na compra de móveis.

Antes de fazer o investimento, certifique-se que o valor das prestações não ultrapasse mais do que 30% da renda familiar. Outra precaução é pedir uma planilha do banco com a projeção de todas as parcelas do financiamento, incluindo as taxas extras e os seguros que compõem a prestação. Um bom planejamento é fundamental para começar 2019 sem dívidas e manter as prestações do financiamento em dia!

Fonte: www.abelardoimoveis.com.br

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