Buriti lança projeto ambiental em parceria com o Ipê

Reconhecendo a importância ecológica da região do Pontal do Paranapanema, a empresa está promovendo a recuperação de quatro hectares de Mata Atlântica. A empresa promove ainda plantio nas áreas internas de seus empreendimentos, com restituição correspondente a 25 estádios de futebol

Como uma das maiores empresas no ramo de desenvolvimento e planejamento urbano no Brasil, a Buriti Empreendimentos está sempre buscando mecanismos de preservação do meio ambiente. Entendendo seu papel como agente ambiental, a empresa está desenvolvendo um projeto de recuperação de Mata Atlântica no Pontal do Paranapanema/SP, em parceria com o Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas), um dos mais respeitados institutos de pesquisa do país.

O projeto visa promover a reabilitação ambiental da região; recuperação de nascentes, corpos hídricos, além de reforçar os fragmentos florestais presentes na região com o plantio de mudas ameaçadas de extinção da mata atlântica, equivalente a seis estádios de futebol. Localizado no sudoeste paulista, o município sofreu desmatamento irregular devido à implantação das fazendas de gado ou de pequenos sítios entre os anos de 1940 e 1960, e hoje tem considerável parte de sua flora e fauna ameaçadas de extinção.

“O projeto é voltado não apenas para a ampliação ambiental, mas também para o trabalho com as ciências ecológicas. Junto com o Ipê nós vamos promover um grande corredor ecológico no Pontal, que é uma das regiões brasileiras mais destruídas ambientalmente”, explica Sidney Penna, um dos sócios-diretores da Buriti. Esse é o primeiro projeto em parceria com o instituto, mas que simboliza, de acordo com Sidney, uma nova caminhada para a Buriti, com mais solidez nas ações ambientais que, de fato, contribuem com o país.

Além da inciativa no Pontal, a Buriti também está realizando uma recuperação interna da área verde de dois dos seus empreendimentos em São Paulo – no Parque dos Buritis, em Presidente Prudente e no Jardim das Acácias, em Álvares Machado – com um plantio equivalente a 18 hectares, uma área proporcional a 25 estádios de futebol. Segundo Moisés Carvalho, também sócio-diretor da Buriti, a restauração ambiental faz sentido não apenas pela responsabilidade socioambiental da Buriti, mas também por agregar valor para o negócio.

“No mundo em que vivemos é impossível falar sobre planejamento urbano sem falar sobre preservação ambiental, afinal, é a junção de ambas que promove a tão sonhada qualidade de vida. Nossos empreendimentos têm como padrão estabelecer áreas verdes, com equipamentos de lazer, praças e áreas institucionais, além de, claro, uma excelente estrutura de saneamento básico, um dos nossos principais ganhos ambientais atualmente”, afirma Moisés.

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