Nove tendências do mercado imobiliário previstas para 2021

Apesar das dificuldades, pandemia também trouxe oportunidades e abriu novas portas para setor de imóveis

O novo ano chegou consolidando os caminhos percorridos pelo mercado imobiliário em 2020. Mesmo em meio às adversidades, o setor está em franco crescimento e conta com perspectivas positivas para 2021. Além de ser considerado um investimento sólido e seguro, o mercado de imóveis vem mostrando sua força com sua alta capacidade de reinvenção.

Com a taxa Selic ainda a 2% e pessoas passando cada vez mais tempo em casa, o setor se põe como uma das melhores oportunidades para este ano, com novas tendências e perspectivas que reverberam das vivências com a pandemia. Listamos aqui nove tendências do mercado, citadas por especialistas, para ficar de olho.

  1. Valorização crescente dos imóveis

É fato que o mercado está otimista, visto que a baixa na taxa Selic proporcionou um aumento na procura por imóveis, e a previsão de recuperação da economia deve resultar no aumento do poder de compra. Sendo assim, imóveis estarão cada vez mais valorizados e tidos como ótima opção de investimento – seja para vender, alugar ou comprar.

  1. Imóveis mais amplos

A pandemia foi definitivamente um divisor de águas quando o assunto é tamanho dos imóveis. Nos últimos anos, foi observada alta demanda por apartamentos pequenos, visto que a vida cosmopolita não exigia muito tempo em casa. Agora, com a necessidade de isolamento social e flexibilização da maioria dos trabalhos para home-office, o lar se tornou refúgio, trabalho e lazer, o que está fazendo com que várias pessoas busquem imóveis maiores, com espaços que permitam o desenvolvimento de variadas atividades.

  1. Espaços que podem ser transformados em escritório

Falando em imóveis maiores, não poderíamos deixar de lado o “cômodo desejo” dos últimos tempos: um espaço exclusivamente para o home-office, longe de tentações como cama ou televisão. A busca por imóveis com mais cômodos ou que possam ser reconfigurados para o ambiente de trabalho certamente aumentará em congruência com o aumento da modalidade home-office, que, segundo estudos da FGV, deve crescer ainda 30% no pós-pandemia.

  1. Espaço para lazer

Como mencionado, a casa se tornou o centro da vida cotidiana neste período pandêmico, o que inclui necessariamente as atividades de lazer. Tem-se, portanto, uma procura maior por imóveis com áreas externas, piscinas, churrasqueiras, quintais e áreas gourmet, além de salas de TV amplas, salas de jogos e cozinhas maiores. A intenção é se divertir sem precisar sair de casa.

  1. Alta demanda de imóveis em localidades com estilo de vida mais tranquilo

Diretamente relacionada com a flexibilização do trabalho em casa, o mercado imobiliário viu crescer a busca por casas em cidades interioranas, tanto para moradia como para passar temporadas. Sobrevindo essa lógica, também foi verificada uma crescente demanda por imóveis rurais como fazendas e chácaras.

  1. Compradores mais jovens, entre 30 e 35 anos

Com oportunidades mais acessíveis e ampliação do crédito imobiliário, o perfil do comprador de imóveis está cada vez mais jovem. De acordo com a Caixa Econômica Federal, os consumidores com até 35 anos totalizam mais da metade dos mutuários que financiam imóveis no país, representando também cerca de 57% de toda a carteira de habitação. Além disso, muitos estão adquirindo imóveis e terrenos como investimento a longo prazo, aproveitando condições mais atraentes e grande potencial de valorização.

  1. Avaliação mais exigente

O comprador de imóveis no pós-pandemia estará cada vez mais criterioso na hora de buscar um lote ou imóvel, preferindo aqueles que consigam oferecer mais conforto e versatilidade de uso. O foco será na qualidade de vida e bem-estar.

  1. Desburocratização dos processos

A pandemia acelerou, sem dúvidas, a digitalização do processo de compra e venda de imóveis. O uso da tecnologia se tornou inevitável para este fim com o isolamento social.  A tendência é que cada vez mais empresas realizem seus processos de forma 100% virtual, sem dores de cabeça com cartórios e burocratizações.

  1. Adoção de novas tecnologias

Mais uma vez o mercado imobiliário teve uma novidade acelerada pelo atual cenário. Antes um diferencial para as empresas da área, o aparato tecnológico inovador se tornará um pré-requisito no pós-pandemia, visto que o consumidor quer ter seus anseios atendidos de forma facilitada e eficiente.

A Buriti Empreendimentos, por exemplo, está antenada às novas tendências imobiliárias, e desde o ano passado vem buscando trilhar um caminho mais conectado com seus clientes. Em 2020, a empresa inaugurou seu novo site, mais clean e moderno, e um aplicativo que possibilita facilidades focadas no autosserviço. Além disso, acompanhando o ritmo do mercado com crescimento vertiginoso nas vendas, a empresa também tem expectativas otimistas para o novo ano e o pós-pandemia.

Fontes de informação: Vexter e Digilândia

 

 

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